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15 | Fevereiro | 2011


Grupo de Pais do Amaral apoia PME
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PME lusas com o pé no acelerador  
Grupo de Pais do Amaral lança Leap, um acelerador de empresas  

 
As empresas também padecem de dores de crescimento. Depois do arranque, muitas vezes auspicioso, chegam os problemas. Ora é a falta de liquidez ora a ineficácia do plano de negócios; às vezes, é a inexperiência dos empreendedores na gestão diária do negócio, noutras ocasiões a dificuldade em darem o salto internacional. São batalhas tremendas para as pequenas e médias empresas (PME) que, muitas vezes, resultam em derrota.  Contudo, há quem queira combater este destino certo. Ainda a tatear este conceito, o Leap quer afirmar-se o primeiro acelerador de empresas português, à mesma medida dos que existem nos Estados Unidos e que tantas empresas têm lançado no epicentro inovador de Silicon Valley. Criado no seio do The Edge Group (TEG), o grupo empresarial que é o braço-direito dos negócios imobiliários de Miguel Pais do Amaral, o Leap pretende facilitar competências e serviços para o crescimento e internacionalização das PME.  
 
Com uma vocação muito diferente das incubadoras de empresas — essas servem para cuidar dos difíceis partos empresariais — o Leap assume-se como algo que "está algures entre o liceu e a universidade" das organizações, como explica José Luís Pinto Basto, administrador-delegado e fundador do TEG, que investiu €1,5 milhões no projeto."Nós, portugueses, somos empreendedores, temos boas ideias com potencial, alguma resiliência e capacidade para ultrapassar obstáculos. Mas há uma grande falta de apoio, nomeadamente ao nível do financiamento. Existe até muito apoio às start-ups, mas, depois, as empresas ficam órfãs", explica.  
 
À frente do Leap está Francisco de Almeida, um jovem de 30 anos que, depois de fazer consultoria para multinacionais no The Boston Consulting Group, quer acrescentar valor a organizações bem mais modestas: com menos de 15 colaboradores, mais de 12 meses de existência e, sobretudo, inovadoras e com  grande potencial de crescimento. Para elas, concebeu três serviços diferentes. O primeiro, o Leap Center, "um centro de escritórios, uma infraestrutura sólida a nível de rede e telefones e que permite a racionalização de custos, através da partilha de espaços (com 27 escritórios, auditório e salas de reuniões, no Espaço Amoreiras, em Lisboa) e serviços, como atendimento telefónico, apoio informático, jurídico e até ao nível da contabilidade e do marketing. O que queremos é que as empresas se concentrem no negócio e, por outro lado, tenham a oportunidade de otimizar custos", avança o diretor-geral do projeto.  
 
Depois, o Leap Academy que, através de parcerias com formadores independentes, procura dotar as PME com conteúdos adequados às suas necessidades, "já que, normalmente, só costumam aceder a formação de forma muito esporádica e oportunista", diz. Finalmente, o Leap Advisors, constituído por uma equipa executiva, com a função de "prestar apoio e ajudá-las a encontrar uma estratégia, a fazer o plano de negócios e a implementá-los", explica Francisco de Almeida. Esta vertente de consultoria (que assenta em áreas como o financiamento, o desenvolvimento do negócio, as oportunidades de internacionalização e a dinamização da rede de contactos) será também apoiada por um conjunto de mentores, empresários e empreendedores experimentados.  
 
Além disso, será a ponte entre estas PME e investidores interessados em apoiá-las. "Fazemos a ligação entre os bancos, as estruturas públicas, os business angels, os fundos de capital de risco. Os investidores, ao saberem que os empreendedores têm a seu lado uma estrutura profissional como a nossa, mais facilmente apostam neles", diz. Com uma dezena de empresas sinalizadas (na área das tecnologias e do retalho), o Leap quer chegar ao final de 2012 com 26 companhias residentes e muitas mais à distância. 

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15 | Fevereiro | 2011


Pais do Amaral investe 25 milhões em escritórios nas Amoreiras
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"A remodelação do Sétima Avenida arranca hoje. O The Edge Group já garantiu 100% de ocupação.

O antigo pequeno centro comercial Sétima Avenida, em Lisboa, vai dar lugar ao Espaço Amoreiras, um edifício de escritórios desenhados à medida de cada cliente. O projecto, a cargo do The Egde Group - detido a 50% pelo empresário Miguel Pais do Amaral - arranca hoje com a remodelação do espaço e tem já 100% de ocupação garantida por 15 empresas.

A obra de remodelação do espaço comercial inicia-se hoje e implica um investimento global de 25 milhões de euros, entre aquisição, projectos e obras de adaptação. No entanto, os 10 mil metros quadrados de escritórios já têm "quase 100% de ocupação garantida", assegura José Luís Pinto Basto, gestor e proprietários dos outros 50% do The Edge Group, ao Diário Económico. "Não é fácil comercializar escritórios em projecto, sem podermos mostrar na hora aos clientes o que temos para arrendar", afirma, muito menos em tempo de crise.

O sucesso deste arrendamento em época de redução de custos das empresas explica-se por estar localizado "numa das zonas mais nobres e caras de Lisboa" que "oferece rendas muito competitivas e soluções de ocupação bastante optimizada", numa altura em que "as empresas procuram soluções mais racionais e económicas", explica José Luís Pinto Basto, que rejeita a conotação de projecto de luxo."

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17 | Novembro | 2010

Pais do Amaral investe em supermercados biológicos
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  "O The Edge Group, 50% detido por Pais do Amaral, entrou no capital dos supermercados Brio para investir na expansão da rede biológica.(...) O The Edge Group garante que entrou na Brio para ficar. 'Acreditamos muito no projeto e queremos internacionalizá-lo no futuro', garantiu José Luís Pinto Basto."

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18 | Outubro | 2010 The Edge Group com participação no BRIO
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  A nova cadeia de supermercados biológicos Brio conta, desde Maio, com a participação da Edge Capital. A Edge Capital é a empresa de investimento e venture capital do The Edge Group que tem como principal objetivo servir de plataforma de crescimento do grupo na área imobiliária e em atividades complemen-tares. O projeto Brio consiste no lançamento de uma cadeia de supermercados biológicos, a desenvolver a nível nacional.

O primeiro supermercado Brio foi inaugurado em Setembro de 2008 como o maior supermercado biológico da capital. Localizado em Campo de Ourique, oferece mais de seis mil produtos naturais de agricultura biológica, certificados, livres de aditivos artificiais, incluindo produtos vegetarianos, dietéticos e sem glúten, cobrindo assim uma vasta gama de produtos a preços que pretendem ser mais acessíveis. Grande parte da sua equipa é formada pelo Instituto Superior de Agronomia, assegurando desta forma um atendimento qualificado aos seus clientes, mais de mil por semana. Com o seu posicionamento, a marca Brio pretende reforçar a importância dos produtos que garantem a qualidade e revelam a preocupação por um mundo sustentável e ecologicamente responsável, em que o genuíno é sinónimo de qualidade, saúde, responsabilidade e atitude por criar um mundo melhor. O Brio já tem um programa de fidelização, mais de 4.500 clientes "Brioneiros", apostando nos mais variados meios para comunicar regularmente com os seus clientes, participando em vários tipos de eventos - desde workshops e cursos culinários a visitas aos produtores - para dinamizar a importância dos produtos biológicos e o seu posicionamento distintivo no comércio de retalho alimentar.

Para 2010 está prevista a abertura de mais dois supermercados Brio, um em Carnaxide, para Novembro, com uma área de 600m2 e outro em Alcântara, no LX Factory, com uma área de 400m2, com abertura até ao final do ano.
 

 

 
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